14 de ago de 2017

PROTETOR SOLAR, VERDADE OU MENTIRA?


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SERÁ QUE ELES USAM?




Quero pedir desculpas antecipadas à todas as pessoas que lerem este artigo, desculpas pelo atrevimento de alguém que não tem nenhum conhecimento técnico sobre o assunto abordado, e sequer frequentou as cadeiras de uma universidade.
Há alguns meses escrevi REVENDO A HIPERTENSÃO, onde relato meu relacionamento com os médicos, com os medicamentos e os procedimentos de saúde.
A mídia constantemente nos bombardeiam com propagandas de todo tipo de tratamento, e de remédios que curam todas as doenças, enquanto isso somos orientados a não consumir remédios sem prescrição médica.
Esta semana, ao mudar o canal da televisão, parei em uma emissora cujo programa ensinava como usar o protetor solar, onde o profissional convidado e os apresentadores juravam que os raios do sol provocam câncer de pele.
Claro que não são os únicos a fazerem tal juramento.
Se esta afirmação fosse verdade, as pessoas pobres do mundo inteiro já teriam morrido.
O programa ensinava como aplicar o protetor solar, e para isso utilizavam uma colher de chá para demonstrar a quantidade certa a ser aplicada no corpo.
Uma colher para a cabeça, duas para o tórax, duas para os braços, quatro para as pernas, no total, nove colheres de chá de protetor solar.
Segundo os especialistas, é preciso aplicar o protetor todos os dias, se estiver curtindo um churrasco na laje, na beira de uma piscina, ou na praia, esse procedimento precisa ser realizado de duas e duas horas.
Agora vejamos...
Um frasco de protetor solar, fator 30, um dos mais baratos, com 200 ml, custa em média, R$ 40,00.
Uma colher de sopa equivale a 5 ml
Aplicando nove colheres do protetor diariamente, o consumo será de 45 ml, uma pessoa consumirá um frasco em cinco dias, isso causará uma despesa de oitenta (R$ 8,00) por dia.
Um dia curtindo o sol na laje, na piscina ou na praia, o consumo fica assim: aplicando nove colheres de duas em duas horas, cinco vezes no dia, o consumo será de 200 ml. Isso quer dizer que, segundo os especialistas, se uma pessoa quiser se proteger terá que usar um frasco em um único dia, isso vai gerar uma despesa de cem reais, (R$ 40,00), por dia para cada pessoa de uma família que estiver curtindo a piscina, a praia, ou sua laje.
Então faço a seguinte pergunta?
As pessoas que você conhece tem condição finaceira para bancar o uso do protetor solar?
Eu faço trabalho voluntário nas periferias da cidade há uns cinquenta anos, e de todas as pessoas com quem tenho contato, não conheço vinte que usam o protetor solar, e noventa e nove por cento das pessoas que conheço não tem condições financeiras para comprar, e nenhuma delas desenvolveu o famoso câncer de pele.
Então só mais uma pergunta.
O sol provoca câncer? 
Ou a indústria farmacêutica dos milionários, com seus garotos e garotas propaganda famosas, promovem um verdadeiro terrorismo nas pessoas para faturarem cada vez mais?
Com a palavra, os especialistas.



27 de jul de 2017

ACASALAMENTO “AMIGO”

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Pai e Mãe brincando com os filhos, isto é felicidade, isto é família.




Já vivi sessenta e sete anos, sinceramente não sei dizer se acho isso muito bom, ou se amaldiçoo os últimos anos vividos. Há algum tempo escrevi o texto: Dois Mundos, onde relato a maneira de como era minha vida antes e depois dos trinta anos.
Esta semana, ao ver o noticiário, fiquei mais uma vez indignado, não com a reportagem, mas com o que ela mostrava.
Na modesta opinião desse velho analfabeto, é um absurdo a maneira como as pessoas estão formatando o futuro daqueles que ainda não nasceram, e com certeza irão herdar um mundo cada vez mais triste, e com pessoas cada vez mais egocêntricas.
Homens e mulheres que se dizem amigos, agora estão se unindo para gerar filhos, sem que os pais tenham dito um para o outro, a frase que pode mudar muitas vidas: Eu te amo.
Sei que muitas vidas são concebidas sem nenhum planejamento, e em muitos casos, estas vidas não são bem recebidas.
Sei também que muitas outras vidas são geradas em relacionamentos mal resolvidos, e ficam no cerne do comportamento irresponsável de duas pessoas que fingiram se entregarem “até que a morte os separem”.
Se já é um absurdo crianças inocentes terem que conviver com pseudos pais e mães do mesmo sexo, como será que esses futuros jovens vão se posicionar diante do cenário que lhe espera?
Será que vão se sentirem felizes?
Será que a modernidade e os novos tempos têm esse poder?
Ou estamos começando a formar uma nova geração?; a geração dos Sem Pais Apaixonados.
Ou a paixão já é coisa do passado.
Ou o amor também já e coisa do passado?
E se depois desse acasalamento irresponsável, se um dos dois se apaixonarem por outra pessoa, como ficará a vida dos filhos, um filho de uma união amorosa, outro, filho da união apenas carnal?  
Será que os adeptos desse novo comportamento são pessoas sem nenhuma perspectiva de vida amorosa, que se sentem e continuarão se sentido mal-amadas?

Olhem o que disse o “INCENTIVADOR” dessa idiotice.
O idealizador da rede social, o ex-agente de talentos de Hollywood, Ivan Fatovic, define a co-parentalidade como uma forma de compartilhar uma criança entre adultos amorosos, comprometidos e financeiramente seguros. Em entrevista à rede ABC, ele defende que por meio dos cadastros será possível achar duas pessoas que consigam colocar a criança em primeiro lugar.

A maneira como a criança será fecundada (relação sexual, inseminação) é decidida pela dupla. Na opinião do psicólogo Victor Dalla Nora Araujo, na teoria uma família é criada a partir do amor, mas na prática não é sempre assim. "É possível criar um filho em tais condições, desde que haja afeto, instrução e preservação da autonomia da criança, mesmo que estes sentimentos/modelos não sejam dados pelo casal", diz.

Ele pensa também que essa medida pode ser adotada por quem tem intenção apenas de procriar e que não está apto a se relacionar.

Como toda criança, a fase da curiosidade vai chegar. E como contar para ela o encontro dos pais e como ela nasceu? "É interessante que isso seja discutido previamente entre os pais. Talvez a questão central seja a forma como a criação será, a normalidade com que o assunto é encarado, discutido. Se há espaço para o diálogo e para reflexões, talvez esta criança não venha ser acometida por revoltas ou traumas", acredita o psicólogo.

Ao escrever esse artigo, penso estar contribuindo para a reflexão das pessoas, como sempre gosto de afirmar: tenho convicção que não sou dono da verdade, mas, não posso me calar diante daquilo que me incomoda, e como vocês podem ver, o incentivador disse que é apenas para quem é financeiramente seguro, isso é, não é para pobres.