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| TRÊS GERAÇÕES SE ENCONTRANDO |
Mais uma vez fui chamado a escrever sobre um dia comemorativo, e mesmo sabendo que todos os dias são delas vou tentar escrever algo sobre o dia das Mães. Este dia não pode simplesmente ser uma ocasião para dar presentes, principalmente por quem sempre esteve ausente. Para um filho ou filha todos os dias tem que ser de festa para aquelas que os gerou. Quando ainda se tem uma mãe para falar um bom dia e pedir sua benção filhos e filhas devem se sentir abençoados porque ouvir um Deus te abençoe saído do fundo do coração de quem defende seus amados até as últimas consequências é motivo de comemoração festiva. Homenagear as mães é muito difícil porque o que elas tem em comum é somente a maneira de carregar a sua talvez futura joia rara no seu ventre. Cada mãe é única! Nesse dia quero levar minha solidariedade à mãe que gerou um um ser humano de um “pai” que fingiu não saber, ou que realmente não sabia que o seu espermatozoide servia para alguma coisa, e sozinha ela sofreu os inconvenientes da gravidez e não teve ninguém ao seu lado quando sentiu a dor do parto e foi pai e mãe ao mesmo tempo na criação das dos filhos e filhas. Quero deixar uma benção especial, se tenho esse direito, àquela mulher que é mãe duas vezes ao cuidar dos seus netos porque muitos filhos e filhas acham que elas se tornaram avós para serem suas empregadas. Mais do que nunca preciso demonstrar minha alegria àquela mãe que gerou um filho ou filha, e ao longo da sua vida dividiu seu tempo com o inocente fruto do amor, mas para isso vou pedir emprestado um trecho de uma música do rei Roberto Carlos: "Espero que tenha sido com muito amor, e seja quem for há de achar também você tão linda esperando neném" Quero deixar o meu abraço a àquela mãe pobre que cuida dos filhos com carinho e com a ternura que dinheiro nenhum do mundo pode substituir ou comprar, e que é semelhante ao carinho que Deus nutre por todos nós. "Faça-se em mim a sua vontade". Foi dizendo este sim que uma mulher se tornou a personagem mais importante da história da humanidade, e se agora eu escrevo isto foi porque uma mulher pobre humilde no trajar e rica no trato com os filhos e de uma ternura sem par permitiu que eu fizesse morada no seu corpo, que não soube o que era pré-natal e nem precisou de um hospital para me ver nascer. Quero deixar o meu abraço a todas as mães que passaram ou passam por algumas dificuldades financeiras, donas de casa e trabalhadoras incansáveis em um ou mais empregos e que ainda encontram tempo para acolher os filhos no colo para lhes cobrirem de beijos e abraços. Quero deixar meu abraço a todas as mães que sempre tiveram tudo do bom e do melhor e que souberam como ninguém repartir seus dons e seus bens com aquele ou aquela que gerou. Hoje sou administrador voluntário de um asilo de caridade da SSVP e vamos fazer uma festa para as mães que foram abandonadas, e sinceramente, a minha vontade é de não convidar os filhos porque quem troca a vida de uma mãe por uma outra vida qualquer certamente não conhece a palavra carinho e não sabe o que é o amor. Eu sei que os asilos estão cheios mães que não souberam, não puderam ou não quiseram cumprir seu papel de mãe e abandonaram os filhos para que o mundo e a vida os educassem, mas todas as mães deveriam, ao acordar em um catre no barraco de uma favela ou em uma cama de luxo em uma mansão, perceber que ainda é querida e amada. Eu queria que nesse dia de comemoração todos os filhos e filhas, no mais íntimo de suas almas e no momento de maior ternura dos seus corações se mirassem no Deus da sua crença e olhassem bem nos olhos de suas mães e dissessem bem baixinho em seus ouvidos ou falassem bem alto se elas já não escutam tão bem, e dissessem: Mãe eu te amo e quero que saiba que quando sua cruz estiver pesada demais sempre haverá um lugar na minha vida para que eu possa ter o prazer de lhe retribuir a graça de ter nascido.
Mais uma vez fui chamado a escrever sobre um dia comemorativo, e mesmo sabendo que todos os dias são delas vou tentar escrever algo sobre o dia das Mães. Este dia não pode simplesmente ser uma ocasião para dar presentes, principalmente por quem sempre esteve ausente. Para um filho ou filha todos os dias tem que ser de festa para aquelas que os gerou. Quando ainda se tem uma mãe para falar um bom dia e pedir sua benção filhos e filhas devem se sentir abençoados porque ouvir um Deus te abençoe saído do fundo do coração de quem defende seus amados até as últimas consequências é motivo de comemoração festiva. Homenagear as mães é muito difícil porque o que elas tem em comum é somente a maneira de carregar a sua talvez futura joia rara no seu ventre. Cada mãe é única! Nesse dia quero levar minha solidariedade à mãe que gerou um um ser humano de um “pai” que fingiu não saber, ou que realmente não sabia que o seu espermatozoide servia para alguma coisa, e sozinha ela sofreu os inconvenientes da gravidez e não teve ninguém ao seu lado quando sentiu a dor do parto e foi pai e mãe ao mesmo tempo na criação das dos filhos e filhas. Quero deixar uma benção especial, se tenho esse direito, àquela mulher que é mãe duas vezes ao cuidar dos seus netos porque muitos filhos e filhas acham que elas se tornaram avós para serem suas empregadas. Mais do que nunca preciso demonstrar minha alegria àquela mãe que gerou um filho ou filha, e ao longo da sua vida dividiu seu tempo com o inocente fruto do amor, mas para isso vou pedir emprestado um trecho de uma música do rei Roberto Carlos: "Espero que tenha sido com muito amor, e seja quem for há de achar também você tão linda esperando neném" Quero deixar o meu abraço a àquela mãe pobre que cuida dos filhos com carinho e com a ternura que dinheiro nenhum do mundo pode substituir ou comprar, e que é semelhante ao carinho que Deus nutre por todos nós. "Faça-se em mim a sua vontade". Foi dizendo este sim que uma mulher se tornou a personagem mais importante da história da humanidade, e se agora eu escrevo isto foi porque uma mulher pobre humilde no trajar e rica no trato com os filhos e de uma ternura sem par permitiu que eu fizesse morada no seu corpo, que não soube o que era pré-natal e nem precisou de um hospital para me ver nascer. Quero deixar o meu abraço a todas as mães que passaram ou passam por algumas dificuldades financeiras, donas de casa e trabalhadoras incansáveis em um ou mais empregos e que ainda encontram tempo para acolher os filhos no colo para lhes cobrirem de beijos e abraços. Quero deixar meu abraço a todas as mães que sempre tiveram tudo do bom e do melhor e que souberam como ninguém repartir seus dons e seus bens com aquele ou aquela que gerou. Hoje sou administrador voluntário de um asilo de caridade da SSVP e vamos fazer uma festa para as mães que foram abandonadas, e sinceramente, a minha vontade é de não convidar os filhos porque quem troca a vida de uma mãe por uma outra vida qualquer certamente não conhece a palavra carinho e não sabe o que é o amor. Eu sei que os asilos estão cheios mães que não souberam, não puderam ou não quiseram cumprir seu papel de mãe e abandonaram os filhos para que o mundo e a vida os educassem, mas todas as mães deveriam, ao acordar em um catre no barraco de uma favela ou em uma cama de luxo em uma mansão, perceber que ainda é querida e amada. Eu queria que nesse dia de comemoração todos os filhos e filhas, no mais íntimo de suas almas e no momento de maior ternura dos seus corações se mirassem no Deus da sua crença e olhassem bem nos olhos de suas mães e dissessem bem baixinho em seus ouvidos ou falassem bem alto se elas já não escutam tão bem, e dissessem: Mãe eu te amo e quero que saiba que quando sua cruz estiver pesada demais sempre haverá um lugar na minha vida para que eu possa ter o prazer de lhe retribuir a graça de ter nascido.

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