18 de jul. de 2012

LIMITES DA IGNORÂNCIA


REMANDO CONTRA A IGNORÂNCIA












 




De repente, dia e noite se fundiram,
e o céu se cobriu com um manto negro
Parecendo estar de luto
derramou lágrimas em forma de chuva.

Deixou a tristeza correr em forma de vento
que balançou as poucas arvores que ainda resistiam
Deixou o relâmpago atravessar suas entranhas
mostrando a fraqueza de todos nós, pobres mortais.

Que vasculhamos o espaço
e não conseguimos domar o raio.
que cai onde quer
ou no ponto mais fraco

Da terra agredida
ferida pelos agrotóxicos
jogados no rio agonizante
agredido e cheio de peixes mortos

Da mata derrubada
em nome do progresso
que é escravidão para alguns
e que traz riqueza para poucos
e pobreza para muitos.

Que não aprenderam, ou são proibidos
De conservar a vida
para seus filhos
para os filhos dos seus filhos
que não sabem
até quando
a ignorância vai permitir
a continuidade da raça
que deixou de ser humana
ao não respeitar a mãe terra
o irmão sol
a irmã lua

a irmã água 

2 comentários:

  1. Oi estimado Geraldo,

    Por vezes penso que quando há cataclismos naturais, é Deus que nos quer mostrar o quanto somos maus para o mundo, em geral.

    FELIZ DIA DO AMIGO.

    Aproveito para o informar que criei, ontem, de madrugada meu 2º blog: LUZES E LUARES. Gostaria de sua visita lá. OBRIGADA.

    Bom final de semana.
    Abraços da Luz.

    ResponderExcluir
  2. Geraldo,
    A natureza pede socorro todos os dias.O homem
    ficou cego pela ganancia.
    Abraços e ótima semana!

    ResponderExcluir

Aqui você é muito bem vindo. Seu comentário ajuda na construção desse espaço de liberdade