21 abril, 2026
13 dezembro, 2019
FALSO AMOR
21 julho, 2019
ÁPICE DA PAIXÃO
Mesmo te vendo todos os dias
Às vezes sinto-me sozinho
Meu coração insistentemente te procura
Sentindo falta do seu carinho
Quero sempre estar ao seu
lado
Para aguçar os meus desejos
Meu corpo inteiro fica em festa
Querendo satisfazer o seus, e os meus anseios.
Um momento de magia sempre
acontece
Quando estamos debaixo do chuveiro
Na troca de caricias, que limpa o corpo e encanta a alma
No encantamento deste momento nos entregamos por inteiro
E nas preliminares da
entrega
Com palavras sensuais e olhares provocantes
Os cheiros dos nossos corpos se misturando
Completa-se a felicidade dos amantes
Para culminar com este
mágico momento
Dois corpos se fundem no prazer
E no ápice da paixão avassaladora
Sentimos que separados não conseguiremos viver
Eu te desejo todos os dias e Quero ser o motivo do seu viver...
06 novembro, 2012
ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE
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Uma leitora
me fez a seguinte pergunta: o que deve vir primeiro: o sexo ou o amor?
Dependendo da maneira de viver de cada pessoa essas duas palavras e atitudes
tomam conotações diferentes. Uns preferem o sexo e outros cultuam o amor. Em
uma relação estável o sexo prazeroso é consequência do amor que une dois
corações e funde dois corpos em apenas um. Mas quando alguém vive sem
compromisso até consigo mesmo faz sexo com qualquer um e por qualquer motivo apenas
para preencher um vazio na sua vida. O prazer pode viciar, mas o amor não vicia
e a alegria do amor e do tesão será para sempre enquanto for via de mão dupla
onde nenhum dos dois tenha preferência. Os
tempos agora são outros. Para os mais jovens que estão sempre ligados nas tecnologias
os relacionamentos amorosos duram muito pouco. O normal agora é “ficar” sem
assumir os compromissos que antes tinham validade somente assumidos na frente
de um tabelião em um cartório, e quase sempre em alguma igreja.Muitos ainda estão subindo nos altares para
oficializar sua união em igrejas de todos os credos e de todos os
“cruz-credos”. Em todas as celebrações o ápice da união é: Você fulano ou
fulana de tal aceita unir-se ao outro na alegria e na tristeza, na saúde e na
doença jurando amar e respeitar todos os dias das suas vidas até que a morte os
separe?
Que coisa
mais ridícula!
E depois vem
a famosa frase: “Eu os declaro Marido e Mulher, o que Deus uniu o homem não
separa”.
O
interessante é que os nubentes juram aceitar tudo numa boa prometendo que a
vida vai ser um mar de rosas e que dali em diante serão um só corpo e uma só
alma.
Amar e respeitar
todos os dias da sua vida. O que Deus uniu o homem não separa.
Essas
palavras deveriam ser repensadas. Será que alguém tem condição de dizer quantos
anos vai durar um casamento? Quantos foram desfeitos mesmo antes dos nubentes
terem tempo de fazer a contabilidade para ver o quanto foi gasto com a festa? Estou sendo
pessimista! Mas... Quantos
maridos e esposas são traídas em menos de um ano de união, ou poderia se dizer,
dias? Outro dia estávamos
jogando conversa fora e lembro de ter dito para minha esposa exatamente isso
que escrevi. O interessante foi a definição que meu filho de treze anos deu
para a frase: Até que a morte nos separe. “Pai não está errado não, quando o
casal se separa é porque já houve a morte do amor”.
Brincamos
que ele herdara a veia poética do pai.
Falar o quê?
Aí está a
chave dos bons relacionamentos. “
Que seja
eterno enquanto dure”.
Esta é a
frase que deveria ser dita pelos que vão abençoar a união de duas pessoas e que
deve ser confirmada pelos que estão sendo unidos. Uma relação deve durar
enquanto o amor estiver vivo e fazendo pulsar os dois corações que se amaram,
se desejaram e se possuíram, e que foram capazes de se amar enquanto a mente e
coração estavam em sintonia dividindo as mesmas dores e as mesmas alegrias.
Então, por
displicência ou por se sentirem prisioneiros um do outro, o amor morreu, e de
repente tudo caiu no esquecimento.
Então...
Ficar um olhando para a cara do outro se esbarrando nos corredores e deitando na mesma cama sem ter nada para dizer não faz
o menor sentido. Quando o sexo vem primeiro, com certeza ele não é alicerce
para um relacionamento duradouro. Quando o amor vem primeiro, este sim, é a
base para uma relação sexual prazerosa onde a paixão se aflora num simples
toque ou num jeito de olhar.
Sexo não é
amor. Amor com
sexo ou sexo com amor é a plenitude que funde dois corpos em apenas um. E aí está a chave da felicidade. Não importa quantos anos de vida em
comum, nenhum casal deve morar debaixo do mesmo teto depois de descobrir que o
amor de um dos dois fez as malas e foi embora levando junto a amizade, a
ternura a caridade e o amor. Marido e mulher não podem viver como irmão depois
de terem entregado para o outro aquilo que tinham de mais precioso: o próprio
corpo e sua vida.
Dependendo da maneira de viver de cada pessoa essas duas palavras e atitudes tomam conotações diferentes. Uns preferem o sexo e outros cultuam o amor. Em uma relação estável o sexo prazeroso é consequência do amor que une dois corações e funde dois corpos em apenas um. Mas quando alguém vive sem compromisso até consigo mesmo faz sexo com qualquer um e por qualquer motivo apenas para preencher um vazio na sua vida. O prazer pode viciar, mas o amor não vicia e a alegria do amor e do tesão será para sempre enquanto for via de mão dupla onde nenhum dos dois tenha preferência. Os tempos agora são outros. Para os mais jovens que estão sempre ligados nas tecnologias os relacionamentos amorosos duram muito pouco. O normal agora é “ficar” sem assumir os compromissos que antes tinham validade somente assumidos na frente de um tabelião em um cartório, e quase sempre em alguma igreja.Muitos ainda estão subindo nos altares para oficializar sua união em igrejas de todos os credos e de todos os “cruz-credos”. Em todas as celebrações o ápice da união é: Você fulano ou fulana de tal aceita unir-se ao outro na alegria e na tristeza, na saúde e na doença jurando amar e respeitar todos os dias das suas vidas até que a morte os separe?
Que coisa mais ridícula!
E depois vem a famosa frase: “Eu os declaro Marido e Mulher, o que Deus uniu o homem não separa”.
O interessante é que os nubentes juram aceitar tudo numa boa prometendo que a vida vai ser um mar de rosas e que dali em diante serão um só corpo e uma só alma.
Amar e respeitar todos os dias da sua vida. O que Deus uniu o homem não separa.
Essas palavras deveriam ser repensadas. Será que alguém tem condição de dizer quantos anos vai durar um casamento? Quantos foram desfeitos mesmo antes dos nubentes terem tempo de fazer a contabilidade para ver o quanto foi gasto com a festa? Estou sendo pessimista! Mas... Quantos maridos e esposas são traídas em menos de um ano de união, ou poderia se dizer, dias? Outro dia estávamos jogando conversa fora e lembro de ter dito para minha esposa exatamente isso que escrevi. O interessante foi a definição que meu filho de treze anos deu para a frase: Até que a morte nos separe. “Pai não está errado não, quando o casal se separa é porque já houve a morte do amor”.
Brincamos que ele herdara a veia poética do pai.
Falar o quê?
Aí está a chave dos bons relacionamentos. “
Que seja eterno enquanto dure”.
Esta é a frase que deveria ser dita pelos que vão abençoar a união de duas pessoas e que deve ser confirmada pelos que estão sendo unidos. Uma relação deve durar enquanto o amor estiver vivo e fazendo pulsar os dois corações que se amaram, se desejaram e se possuíram, e que foram capazes de se amar enquanto a mente e coração estavam em sintonia dividindo as mesmas dores e as mesmas alegrias.
Então, por displicência ou por se sentirem prisioneiros um do outro, o amor morreu, e de repente tudo caiu no esquecimento.
Então... Ficar um olhando para a cara do outro se esbarrando nos corredores e deitando na mesma cama sem ter nada para dizer não faz o menor sentido. Quando o sexo vem primeiro, com certeza ele não é alicerce para um relacionamento duradouro. Quando o amor vem primeiro, este sim, é a base para uma relação sexual prazerosa onde a paixão se aflora num simples toque ou num jeito de olhar.
Sexo não é amor. Amor com sexo ou sexo com amor é a plenitude que funde dois corpos em apenas um. E aí está a chave da felicidade. Não importa quantos anos de vida em comum, nenhum casal deve morar debaixo do mesmo teto depois de descobrir que o amor de um dos dois fez as malas e foi embora levando junto a amizade, a ternura a caridade e o amor. Marido e mulher não podem viver como irmão depois de terem entregado para o outro aquilo que tinham de mais precioso: o próprio corpo e sua vida.
11 setembro, 2010
AMOR E PACIÊNCIA.
Os mais jovens dirão que elas não têm nada em comum.
Gostaria da opinião de quem compartilha sua vida com outra pessoa há muitos anos e que todos os dias experimentam e vivem pacientemente se amando com paciência e ternura.
Amor paciente!
Ter paciência com o outro (a) percebendo que não existe o momento certo de dar aquele beijo ou aquela apalpadela que arrepia, e com ternura aceitar que o seu tesão pode provocar, mas não exigir que o outro esteja sempre pronto, e ficar chateado(a) quando a relação não atingiu o ápice esperado.
Então podemos perceber que o amor e a paciência andam sempre juntos despertando sentimentos de carinho e de ternura que levam à compreensão de si mesmo e do parceiro (a).
