Nada é mais reconfortante quando um texto consegue despertar em quem está lendo um sentimento de alegria, de ódio ou de paixão. Quando um texto cumpre o seu papel de informar, de alertar e de entreter e fazer as pessoas refletirem sobre o que estão lendo quem escreveu sente-se como um grande maestro que conseguiu reunir todos os instrumentos em uma só melodia. Atrás de uma crônica e de uma história ou de uma simples frase os que irão ler certamente ocuparão um lugar de destaque e merecem o respeito de quem escreveu. Afinal, se ninguém lesse o escritor não existiria. Recebi uma crítica de uma leitora que não gostou do que leu no texto "O Céu não está à venda" e ela desabafou toda a sua indignação. Em contra partida, eu recebo vários comentários com elogios que os devolvo porque aquele ou aquela que leram são a razão de tudo que escrevo. Muito obrigado a todos que leem e divulgam o que escrevo, vocês são as molas mestres da minha caneta. Desculpem se me denominei como escritor. Gostaria que interagissem comigo e que mandassem mensagens indicando os erros de digitação e os de agressão grosseira da nossa língua portuguesa.
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