BETIM, UM PARAÍSO SENDO DESTRUÍDO

01 maio, 2022

MINERADORAS, CARRASCOS DO BRASIL

 

                                         ESTA  AINDA É A SERRA DO CURRAL

ATÉ QUANDO ESTA SERRA EXISTIRÁ?





O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) acionou a Justiça pedindo a suspensão da validade da certidão que viabiliza a instalação de um empreendimento minerário de grande porte na Serra do Curral, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A ação civil pública é endereçada à Tamisa, mineradora responsável pelo pleito e à prefeitura da cidade de Nova Lima.
Nesta sexta-feira (29/4), uma reunião do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) pode viabilizar a exploração no local.
A companhia tenta a instalação do Complexo Minerário Serra do Taquaril (CMST), mas o Ministério Público e entidades ligadas ao meio ambiente temem impactos ao ecossistema do local.
Segundo a ação, impetrada nessa terça (26), o projeto da Tamisa viola as regras urbanísticas previstas no Plano Diretor de Nova Lima - legislação responsável por nortear a ocupação dos espaços da cidade.
O ponto da Serra do Curral almejado pela Tamisa é desejo antigo das mineradoras. A área, equivalente a cerca de 1.200 campos de futebol, tem vegetação da Mata Atlântica e é classificada como área equivalente a cerca de 1.200 campos de futebol.
O plano da Tamisa inclui a exploração da região da Fazenda Ana da Cruz, na divisa entre Nova Lima e a capital. O terreno está próximo ao Pico Belo Horizonte, ponto mais alto da serra. O processo tem duas etapas: na primeira, espera-se extrair 31 milhões de toneladas de minério de ferro ao longo de 13 anos. Já a segunda fase consiste na lavra de 3 milhões de toneladas de itabirito friável rico, com dois anos de implantação e nove de operação.


                           AGORA VEJAM O QUE ACONTECE EM BETIM


BARRAGEM VARZEA DAS FLORES SENDO DESTRUÍDA.

    IGREJA BATISTA DA LAGOINHA DESTRÓI PARA CONSTRUIR

Parte de uma área remanescente de mata atlântica teria sido desmatada irregularmente em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para dar lugar a um empreendimento da Igreja Batista da Lagoinha. A denúncia é de membros do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) e de uma organização não governamental. Eles encaminharam a acusação ao Ministério Público e à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). E OS PASTORES DIZEM ACREDITAR EM DEUS


                      ADEUS MATINHA DO INGÁ



                                 
É sempre assim que começa e termina a destruição do ecossistema. 
No brasil, em si tratando de ecologia e preservação do meio ambiente somos a vergonha do mundo. 
Aqui em Betim assistimos a destruição da nossa flora e fauna pelas empresas imobiliárias que construíram seus prédios em cima das poucas nascentes que ainda resistiam.
Agora dizem que irão construir um complexo cultural e ambiental na Matinha do Ingá. e com certeza isso é muito bom para a população. Mas porque construir em um dos poucos locais de preservação ambiental que ainda temos? 

Somente a área construída irá desmatar o equivalente 5810 m2, o que equivale a aproximadamente dezoito lotes de 320m2.
E o entorno? Com certeza o desmatamento será bem maior que o da área construída.
Isto é apenas o começo, depois surgirão novos projetos de outras entidades e empresas que também vão se verem no direito de “colaborar” com a destruição de toda a mata.
Vejam o que busquei no site de quem vai patrocinar o começo da destruição:
A Vila Cultural será um dos maiores complexos culturais do estado de Minas Gerais, construída na área denominada “Matinha do Ingá, situada na Av. Edméia Matos Lazzarotti uma das principais da cidade de Betim. 
Área a ser construída:
SETOR 1
Recepção – 30m2
Área administrativa – 120m2
Lanchonete – 85m2
Almoxarifado – 30m2
Módulo de educação ambiental – 58m2
Praça – 1000m2
Concha acústica – 240M2
 SETOR 2
Área administrativa – 30m2
Teatro – 1176m2
Quatro galpões com 192 metros quadrado cada um
Cinco construções modulares de 58m2
Biblioteca – 120m2
Praça- 1000m2
É uma pena, mas quem têm força para evitar que isso aconteça não se pronuncia.


















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