26 de mai de 2016

ELEITORES SEM ESCRÚPULOS

ELEITORES SEM ESCRÚPULOS 


Está passando da hora das pessoas sérias deste país tomarem uma posição e dizerem um não de verdade para a classe política. É mais que urgente uma união de todas as organizações de assistência social, que não são meros instrumentos de exploração e de roubo do dinheiro do povo, (são poucas), darem um basta no comodismo e aceitação pacifica dos desmandos dos governos. 
É preciso que todos os líderes de todas as igrejas que se preocupam com o povo e não com o dizimo, passem a cobrar medidas que favoreçam os pobres sem torná-los escravos de um tíquete qualquer, uma bolsa disso ou daquilo, um vale gás ou uma cesta qualquer. 
A esperança do povo foi enterrada com a ascensão do partido dos trabalhadores ao poder, todas as fichas foram apostadas na mudança de postura em relação à elite que dominou este país desde o descobrimento, e nada foi modificado. Tudo que o partido combatia na elite dominante dos governos anteriores, foi assimilado para também se perpetuar no poder, a única mudança observada foi a oficialização da esmola distribuída como moeda de troca de votos, que prende o pobre eleitor ou o eleitor pobre que se vê na obrigação de votar para não perder o que já é seu por força da lei.
Povo traído! 
Esta semana os noticiários apresentaram à nação duas aberrações, como sempre vindas do Congresso Nacional: 
      Esta foi apenas mais um capítulo da novela Renan, onde o mal vence o bem e o bandido é mocinho. Mais uma vez estão tramando a absolvição do calhorda a troco da aprovação da maldita CPMF, o famigerado imposto que foi motivo de protesto quando o partido dos trabalhadores agora no poder, era simplesmente oposição. 
     A próxima foi um tapa na cara dos responsáveis pelas casas de acolhimento de pessoas carentes (Asilos, Creches, etc.) que com seriedade cumprem o papel que seria do governo, cuidando de pessoas que foram abandonadas por tudo e por todos, e que todos os dias precisam esmolar para manter estas casas abertas.  Aprovaram a construção de um prédio no valor de R$ 170 milhões, como anexo três do Congresso, para abrigar os aspones dos senadores. É preciso acomodar esta corja de funcionários, (existem exceções), que só trabalham o dia que querem, que podem fazer greve quando quiserem, enquanto a grande massa trabalhadora que constrói este país é explorada com um misero salário mínimo. 
Quantos hospitais, escolas, moradias, não daria para construir com este dinheiro? 
Quem frequenta hospital dos Sus e aceita ser humilhado em um posto de saúde?
Pobre! 
Quem frequenta escola pública e mora em casa popular, ou em favelas verticais?
Pobre! 
E quem se preocupa com eles? 
Só para entender o quanto de dinheiro será gasto na construção deste prédio de luxo para funcionários da elite: Este dinheiro daria para manter em funcionamento um asilo de caridade com cinquenta e cinco moradores, durante trezentos e cinquenta e quatro anos. 
Acho que isto basta!
E ainda tem gente com coragem de colocar-se ao lado desta corja que governa o país. Quando digo corja (a exceção existe), estou me referindo a todos os partidos. 
Basta! 
Hoje, 01 de dezembro de 2007, li no jornal Estado de Minas que no Paraná uma pessoa foi condenada a três anos de prisão por ter roubado (R$ 1,00). A alegação do juiz para a condenação foi a violência usada no assalto. Por que esta alegação não é usada para prender os bandidos da elite?
Índios queimados, Prostitutas e homossexuais sendo agredidos e mortos
ESTE LADRÃO CONTINUA GOVERNANDO NOSSO PAÍS


Renan Calheiros (PMDB-AL) foi eleito com 56 votos contra 18 votos para o adversário Pedro Taques (PDT-MT) Ed Ferreira/Estadão Conteúdo
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) foi eleito nesta sexta-feira (1º) presidente do Senado Federal pelos próximos dois anos. O peemedebista volta ao cargo mais importante do Congresso Nacional quase seis anos depois de renunciar ao cargo para escapar da cassação por denúncias de corrupção.   
Renan Calheiros foi eleito com 56 votos e venceu o senador Pedro Taques (PDT-MT), que tinha apoio das bancadas do PSOL, PSB e PSDB e recebeu 18 votos. Houve ainda dois votos em branco e dois nulos, e três senadores faltaram à sessão. A oposição apresentou um abaixo-assinado com mais de 290 mil assinaturas contra a candidatura de Calheiros, mas não conseguiu maioria de votos.   
O senador alagoano era presidente do Senado em 2007. Depois de enfrentar uma crise iniciada com denúncias de que suas contas pessoais eram pagas com dinheiro de propina de lobistas, renunciou à presidência e nos últimos anos trabalhou nos bastidores para garantir sua volta com apoio da maioria dos parlamentares.   
Na época, vieram à tona acusações de que a jornalista Mônica Veloso, com quem Renan tem uma filha, recebia pensão de R$ 16,5 mil do senador. Com o salário de R$ 12,7 mil, Renan Calheiros alegou que a despesa era paga com dinheiro de sua renda complementar, obtida por meio de negociações agropecuárias. 


O filho desta sacana é governador do estado de Alagoas

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