22 de ago de 2013

ALGEMAS DE TERNURA



Hoje, a saudade está batendo e machucando
Sem compasso, e forte como um tambor
Meu coração aflito pulsa agitado
Parecendo sentir falta do seu calor

Você bem sabe que eu preciso
Estar sempre a te olhar
Por favor não demore, volte depressa
Antes que minha alma ponha-se a chorar

E quando sinto seu perfume, assim que abres a porta
Entrando com seu jeito encantador
Estremece o coração, e atiça o pensamento do poeta
Que só consegue pensar e viver no amor

Não quero carta de alforria, sou e serei seu escravo
Sem grades, grilhões, e sem correntes
Quero ser seu homem, e seu amante
Não sei por quanto tempo, mas vou te amar eternamente

Você também será minha escrava
Aprisionada nos versos da minha inspiração
Vou te prender com algemas de ternura
Nos labirintos do meu coração


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