28 de dez de 2012

ANVISA – E O POBRE QUE SE DANE


QUERO TER O DIREITO DE COMPRAR SEM TER QUE  PAGAR UMA CONSULTA

MANCHETE DE JORNAL – ESTADO DE MINAS EDIÇÃO 23/12/2012
                                                  ”ALIVIO QUE PODE MATAR”
“Cresce o número de pessoas intoxicadas com analgésicos; uso sem controle do remédio é fator de risco para dependência química, anemia, hemorragia e insuficiência renal”.
“Depois que a Justiça derrubou a restrição da ANVISA, analgésicos voltaram a ser expostos nas gôndolas das farmácias, aumentando os perigos para quem usa remédio sem controle”.
Esta matéria é muito extensa e polemica, não tem assinatura do jornalista e também nem deveria ter. Não sei por que a imprensa dá tanta importância nas decisões tomadas pela ANVISA; esta agência reguladora não está nem aí para a saúde do país e toma decisões “técnicas” proibindo quase tudo, sem ao menos se importar com a vida do usuário que morre à míngua por falta de médico para pelo menos lhe entregar uma receita.
Se formos ouvir a recomendação desta poderosa ANVISA, daqui a pouco um simples sintoma de gripe vai ter que passar por avaliação médica para que a pessoa compre um anti gripal.
Até que seria legal.
Médicos estão trombando uns nos outros nos postos de saúde sem ter paciente para atender!
Quem se entope de remédio são as pessoas ricas que podem pagar planos de saúde e tem o “seu” médico particular.
A maioria da população não tem dinheiro para comprar remédio e está preso ao SUS (Sistema Único da Sacanagem) que na sua universalidade iguala um morador de rua e um milionário com os mesmos direito. Existe apenas uma diferença, para o rico tudo, para o pobre uma fila de espera de meses para conseguir fazer um exame ou se consultar com um especialista.
Porque em vez de proibir a venda a ANVISA não autoriza o farmacêutico indicar qual o melhor medicamento quando for procurado por uma pessoa? Existem farmacêuticos que são melhores que muitos médicos que estudaram medicina apenas para satisfazer a família.
Proibir a venda destes medicamentos é ir na contra mão da constituição que garante a liberdade do cidadão. Se eu posso ir ao supermercado ou um boteco e me entupir de cerveja e cachaça e depois ser levado para um hospital, porque não posso me entupir de remédio?
Ao consumir o remédio a pessoa está procurando a cura para o seu mal, ao se entupir de drogas, de fumo e de álcool a pessoa está procurando a morte e ninguém faz nada para proibir a venda do que mata e querem proibir a venda do que supostamente cura.
Se o governo quer realmente se preocupar com a saúde de todos, deveria saber que a dor maior é ver o dinheiro público ser desviado para os bolsos de políticos e funcionários corruptos, e o que pior, neste país, a dor deste câncer é incurável.
Acho melhor a ANVISA rever a data de validade dos materiais médicos hospitalares porque milhões de reais são jogados fora em todo o país porque esta validade hoje é muito curta. Recentemente um fabricante de máscara autorizou a utilização da mesma por mais um ano depois do vencimento, e fica a pergunta, se quem era o primeiro interessado no descarte para que pudesse vender mais, tomou esta atitude, o que fazem os técnicos da ANVISA?
Se não temos médicos para nos atender e não podemos comprar remédios: O POBRE QUE SE DANE.


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