14 de set de 2010

ATÉ A CONSUMAÇÃO DO TEMPO

                                       
PRECISAMOS VIVER CADA DIA COMO SE FOSSE O ÚTLIMO

Mais um ano se foi.                                          
Não sei se agradeço a Deus por ter vivido e vencido mais uma etapa da teia do tempo, ou se lamento pela certeza de ter menos um ano para ser marcado pela ampulheta que marca o fim dos meus dias.
E assim é todo dia primeiro de todos os anos da nossa vida.
“Que o ano novo seja melhor que o velho”.
Isto é repetido infinitas vezes pelo mundo afora.
O novo é e será sempre melhor!
Quando estraga ou não deu certo, foi defeito de fabricação ou coisa do destino.
E a grande maioria tem razão.
Nada melhor que cheiro de novo.
Mas nada seria novo se não tivesse como ser comparado com outras coisas, assim como nossos comportamentos e atitudes tomadas, acertadas ou não.
Experiências mal vividas precisam ser esquecidas, e algo de novo precisa acontecer na vida de cada um.
Mas o novo fatalmente precisa ser construído, só o desejo não basta e somente o sonho nada significa, se não houver busca e mudança de atitude e luta.
Muita luta!
Para sacudir a poeira do passado e respirar ares de mudança é preciso que cada um conheça seus limites, determine prioridades e também saiba definir quais regras precisam ser obedecidas, e principalmente quais podem ser quebradas.
E que ninguém por nada e nem por todo o dinheiro do mundo, abra mão da sua liberdade, que nenhum ser humano aceite ser brinquedo de outro, a não ser para fazer rir ou provocar emoção que encanta.
Que venha o novo!
E com ele a sabedoria de entender que cartão de crédito não é dinheiro em caixa, principalmente do consumidor.
Que venha o novo!
E traga a tranquilidade e o discernimento para escolhas mais sábias, de como e com quem viver e conviver.
Que venha o novo!
Não para substituir o velho que é insubstituível, mas para dar uma cara nova a tudo que precisa ser mudado, e conservar com ares de juventude atitudes acertadas, que por ignorância ou maldade, com o tempo ficaram com cheiro de mofo.
Que venha o novo, sabendo que velho é simplesmente aquilo que não serve.
Então qualquer coisa ou pessoas que ainda representam algo para os outros, ou para si mesmo, nunca deveria receber o rótulo de velho.
Nem o tempo.
Viva o ano novo.
Que não veio para substituir nada e ninguém.
Apenas veio.
Para que no último dia seja substituído por um mais novo.

E assim será até a consumação do tempo.

2 comentários:

  1. que o Brasil saiba ser forte e manter-se unido em torno dos ideais por que lutou e que conseguiu. Mais Justiça e menos desigualdade social.

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  2. O novo ainda não chegou
    Aguarda-se a voz do povo
    Para construir de novo
    o que o velho não pode fazer
    Seja novo ou velho
    que venho um dia novo
    para concertar
    o que não foi feito de novo.

    Saúde e Paz

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